{"id":13463,"date":"2017-12-05T23:01:39","date_gmt":"2017-12-05T23:01:39","guid":{"rendered":"https:\/\/manuelsosa.com\/?page_id=13463"},"modified":"2024-02-08T18:55:29","modified_gmt":"2024-02-08T17:55:29","slug":"imagens-de-pinturas-de-linces","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/cuadros-de-linces-pinturas\/","title":{"rendered":"O lince ib\u00e9rico. Biologia, fotos e pinturas do lince ib\u00e9rico."},"content":{"rendered":"<h3><b>Cuadros de Lince &#8211; El Lince\u00a0<\/b>ib\u00e9rico<\/h3>\n<p>Gravuras de arte para quadros. Quadros de lince impressos em tela<\/p>\n\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/pinturas-sobre\/mamiferos\/por-las-plumas\/\" target=\"_self\" itemprop=\"url\" rel=\"noopener\">\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/manuelsosa.com\/wp-content\/uploads\/001\/lince_y_perdiz-783x960.jpg\" alt=\"Lince e perdiz-vermelha ( Lynx pardina ) &amp; ( Alectoris rufa ) Fotos de lince\" itemprop=\"image\" height=\"960\" width=\"783\" title=\"Pintura de lince ib\u00e9rico e perdiz de patas vermelhas\" onerror=\"this.style.display='none'\"  \/>\n\t\t\t\t<\/a>\n\t\tPintura a \u00f3leo de um lince ib\u00e9rico a ca\u00e7ar uma perdiz de patas vermelhas\n\t<p>Um magn\u00edfico Lince-ib\u00e9rico que acaba de desferir um golpe numa Perdiz, mas que ter\u00e1 de se contentar apenas com tr\u00eas penas do peito. Este quadro \u00e9 uma pintura a \u00f3leo sobre tela. Quadros de linces de Manuel Sosa \u00a9 2005<\/p>\n\t<h1>\u00abPor las plumas\u00bb<\/h1>\nLince e Perdiz-vermelha. ( Lynx pardina ) &amp; ( Alectoris rufa )<br \/>\nImagens de linces\n<p><b>COMPRE UMA GRAVURA EM TELA:<\/b><\/p>\nPode escolher um tamanho personalizado<br \/>\nvaria\u00e7\u00e3o da largura original (cms)\n<form id=\"gform_1\" action=\"\" enctype=\"multipart\/form-data\" method=\"post\" data-trp-original-action=\"\">\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/pinturas-sobre\/mamiferos\/por-las-plumas\/\" class=\"button primary is-medium\" >\n\t\t<span>Comprar<\/span>\n\t<\/a>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<input type=\"hidden\" name=\"trp-form-language\" value=\"pt\"\/><\/form>\n\t<p><b><strong>O misterioso lince ib\u00e9rico<\/strong><\/b><\/p>\n<b>\u00a0 H<\/b>H\u00e1 muitos, muit\u00edssimos anos, quando as hist\u00f3rias n\u00e3o existiam sen\u00e3o na imagina\u00e7\u00e3o dos homens, um punhado de her\u00f3is gregos, liderados por Jas\u00e3o e a bordo do navio Argos, fizeram-se ao mar em busca do Velocino de Ouro que um imenso drag\u00e3o guardava em terras distantes. Estes gregos, conhecidos desde ent\u00e3o pelo nome de Argonautas, levavam como piloto um homem excecional, capaz de ver atrav\u00e9s das muralhas e reconhecer, num relance, o fundo do mar. O seu nome era Linceu, e os relatos sobre a sua vista portentosa circulariam durante s\u00e9culos por todas as terras do mundo<br \/>\nconhecido. Mas a mem\u00f3ria dos homens \u00e9 fraca. Algu\u00e9m, alguma vez, esqueceu a hist\u00f3ria dos Argonautas e atribuiu a extraordin\u00e1ria capacidade visual de Linceu a um animal misterioso, temido, apenas vislumbrado ocasionalmente no mais profundo da floresta, que era conhecido por um nome muito semelhante ao do her\u00f3i mitol\u00f3gico. Desde ent\u00e3o, \u00e9 proverbial dizer de quem<br \/>\nlince \u00bb que rapidamente percebe tudo. Esta hist\u00f3ria ilustra perfeitamente o que durante centenas de anos tem sido o conhecimento do homem sobre o lince, a quem velhas cr\u00f3nicas chamam gato-cerval, gato-lobo e lobo-cerval. Uma mistura de erros, lendas, temor e ignor\u00e2ncia. \u00abNa Idade M\u00e9dia -conta Lavauden, famoso zo\u00f3logo do in\u00edcio do s\u00e9culo- o lobo-cerval era objeto de um terror supersticioso.<br \/>\nEra considerado muito raro, pois aqueles que matavam por acaso um lince n\u00e3o conseguiam aceitar que aquele animal de porte mais reduzido fosse a mesma fera que era objeto de lendas t\u00e3o aterrorizantes. \u00bb Assumia-se que o gato-lobo deveria ser pelo menos t\u00e3o grande quanto os verdadeiros lobos, com grandes orelhas pontiagudas, mand\u00edbulas poderosas, garras enormes e pesadas, o dorso listrado ou malhado, uma longa cauda terminada em um tufo e, acima de tudo, o olhar refulgente e diab\u00f3lico. Dessa \u00e9poca prov\u00eam pinturas de linces e muitas das figuras que representavam o diabo com algo de grande gato, sejam os olhos, sejam as garras, seja a cauda ou as orelhas pontudas. Mas o lince, pouco a pouco, est\u00e1 deixando de ser um mist\u00e9rio. Ainda \u00e9 muito o que falta conhecer sobre sua biologia, certamente, mas cada vez s\u00e3o mais os estudiosos empenhados em desvendar todos e cada um de seus segredos. Mas o conhecimento, o fim do mist\u00e9rio, trouxe uma evid\u00eancia: o lince \u00e9 muito escasso, desaparece rapidamente de nossas \u00faltimas florestas e possivelmente ser\u00e1 apenas uma lembran\u00e7a antes que o conhe\u00e7amos bem. Um homem vigoroso, com coragem e sangue frio, poderia, em rigor, sem armas, sair triunfante do ataque de um velho lobo. Em um combate com um lince sucumbiria com toda a certeza.\u00bb T\u00e3o elogiosa afirma\u00e7\u00e3o na boca de um especialista, embora sem d\u00favida pol\u00eamica e suscet\u00edvel de discuss\u00e3o, d\u00e1 perfeitamente uma ideia das faculdades do nosso gato. Suas m\u00e3os, terminadas por unhas retr\u00e1teis longas e afiadas como navalhas, s\u00e3o dotadas de uma for\u00e7a terr\u00edvel e se movem com vertiginosa rapidez. Os linces, pelo menos em Do\u00f1ana, s\u00e3o pernaltas, com aspecto de galgos ou podengos esguios. Suas longas patas -ao ver um lince na natureza surpreende este detalhe, que a maioria dos desenhos, pinturas de linces e fotografias n\u00e3o reflete bem- lhe permitem correr velozmente e saltar com enorme agilidade. Na Pol\u00f4nia, foram medidos saltos de lince de at\u00e9 5 m, e ainda maiores se o animal partisse do alto de um galho. Perseguindo as presas, o comprimento m\u00e9dio de cada passada \u00e9 de cerca de 2 m. Nesta pintura de Manuel Sosa, observamos retratado em uma pintura a \u00f3leo um magn\u00edfico Lince-ib\u00e9rico ca\u00e7ando uma Perdiz-vermelha. Sua capacidade de trepar \u00e9 bem conhecida, mas costuma-se ignorar que sua avers\u00e3o \u00e0 \u00e1gua n\u00e3o o impede de ser pelo menos um nadador mediano. N\u00e3o \u00e9, no entanto, um bom fundista. Alertada a presa, ou falhada a primeira tentativa de captur\u00e1-la, o lince abandonar\u00e1 a persegui\u00e7\u00e3o. Caso seja ele mesmo o perseguido, subir\u00e1 ao alto de uma \u00e1rvore, mas se o terreno for descoberto, deixar\u00e1-se apanhar, exausto, ap\u00f3s algumas centenas de metros de corrida veloz. E j\u00e1 dissemos de onde prov\u00e9m a ideia da extraordin\u00e1ria vis\u00e3o do lince. O professor Lindemann utilizou dois jovens exemplares cativos que ele mesmo havia criado desde muito pequenos para realizar experi\u00eancias que o informassem sobre sua acuidade visual. Com este fim, situava o lince em um lugar fixo e deslocava diante dele, a dist\u00e2ncias vari\u00e1veis, animais dissecados. No inverno, sobre a neve, seus exemplares podiam ver um cor\u00e7o a meio quil\u00f4metro, uma lebre a 300 m e um rato a 75 m. Se a lebre fosse branca, no entanto, passava despercebida al\u00e9m de uns 25 m. Os resultados parecem denotar um animal com boa vis\u00e3o, certamente, mas nada excepcional. Suas faculdades auditivas, no entanto, parecem muito superiores \u00e0s humanas. A maioria dos cientistas que estudaram o lince na Europa e Am\u00e9rica afirma que as presas s\u00e3o localizadas preferencialmente pelo ouvido, raramente pela vis\u00e3o e quase nunca pelo olfato. Os linces de Lindemann, por sua vez, ouviam um assobio a uma dist\u00e2ncia bastante maior do que um c\u00e3o podia faz\u00ea-lo, e quase o dobro da que um homem normalmente dotado o fazia.\n\t<h1>O \u00faltimo Lince<\/h1>\n<h1>Propriedade de Sua Alteza Real Filipe VI<\/h1>\n<p><b>COMPRE UMA REPRODU\u00c7\u00c3O EM TELA:<\/b><\/p>\n<p>Voc\u00ea pode escolher um tamanho personalizado variando a largura original (cms)<\/p>\n<form id=\"gform_1\" action=\"\" enctype=\"multipart\/form-data\" method=\"post\" data-trp-original-action=\"\">\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/pinturas-sobre\/mamiferos\/o-ultimo-lince\/\" class=\"button primary is-medium\" >\n\t\t<span>Comprar<\/span>\n\t<\/a>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<input type=\"hidden\" name=\"trp-form-language\" value=\"pt\"\/><\/form>\n\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/pinturas-sobre\/mamiferos\/o-ultimo-lince\/\" target=\"_self\" itemprop=\"url\" rel=\"noopener\">\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/manuelsosa.com\/wp-content\/uploads\/001\/lince-iberico-783x579.jpg\" alt=\"Propriedade de Sua Alteza Real Filipe VI\" itemprop=\"image\" height=\"579\" width=\"783\" title=\"Pintura de lince ib\u00e9rico. Imagens de linces\" onerror=\"this.style.display='none'\"  \/>\n\t\t\t\t<\/a>\n\t\tPintura do lince ib\u00e9rico pintada por Manuel Sosa\n\t<p>Pintura de um grande Lince-ib\u00e9rico pintado por encomenda para o rei Filipe VI pelo pintor de natureza Manuel Sosa. Impress\u00f5es de arte para emoldurar<\/p>\n\t<p><b><strong>Os dom\u00ednios do Lince-ib\u00e9rico<\/strong><\/b><\/p>\nO lince-europeu \u00e9 um animal florestal, caracter\u00edstico de grandes manchas de floresta. N\u00e3o \u00e9 raro que, acantonado num tipo de floresta, por exemplo de con\u00edferas, cace noutro, frequentemente de caducif\u00f3lias, onde lebres e cerv\u00eddeos sejam mais comuns. Pode ocorrer tamb\u00e9m, em determinadas esta\u00e7\u00f5es, que os linces de toda uma regi\u00e3o se desloquem para as florestas onde a ca\u00e7a \u00e9 mais abundante, como foi comprovado na Checoslov\u00e1quia. A sua densidade parece ent\u00e3o muito elevada, dando a falsa impress\u00e3o de que se trata de um animal mais comum do que realmente \u00e9. Tamb\u00e9m o lince-ib\u00e9rico parece precisar de vegeta\u00e7\u00e3o densa. O seu habitat original deve ter sido a floresta mediterr\u00e2nica de azinheiras, carvalhos-portugueses, sobreiros, zambujeiros, etc., mas hoje em dia fez o seu reino do mar de estevas e lentiscos, giestas e medronheiros, que caracteriza o matagal, onde o coelho era, at\u00e9 \u00e0 mixomatose, extraordinariamente abundante. Os requisitos de ambas as esp\u00e9cies de linces parecem, pois, concretizar-se numa densa cobertura vegetal que lhes confira prote\u00e7\u00e3o e numa densidade de presas potenciais que garanta o seu alimento. Por esta raz\u00e3o, uma das maiores amea\u00e7as \u00e0 sua sobreviv\u00eancia \u00e9 a destrui\u00e7\u00e3o das florestas aut\u00f3ctones e a sua substitui\u00e7\u00e3o por arvoredo ex\u00f3tico, sob o qual, geralmente, nem existe a prote\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria nem h\u00e1 presas suficientes. \u00c9 livre um lince em liberdade? Perogrullo, nesta ocasi\u00e3o, talvez errasse a resposta. Como muitos outros animais, o lince n\u00e3o pode mover-se \u00e0 vontade pelas vastas extens\u00f5es da floresta, mas tem \u00e1reas de ca\u00e7a espec\u00edficas, limitadas: o seu territ\u00f3rio. Se sair de l\u00e1, provavelmente ser\u00e1 atacado por outros cong\u00e9neres e ter\u00e1 de recuar. Pouco sabemos sobre a territorialidade do lince-ib\u00e9rico. Um interessante estudo, ainda n\u00e3o conclu\u00eddo, de um pintor numa serra estremenha permite pensar que os territ\u00f3rios s\u00e3o pequenos (cerca de 300 hectares) e cont\u00edguos. Na realidade, baseando-se no que se sabe de outras esp\u00e9cies de lince, pode-se prever que ser\u00e3o efetivamente de pequena extens\u00e3o (dado que o coelho, presa b\u00e1sica, atinge densidades elevadas, pelo que n\u00e3o exige dispor de uma \u00e1rea de ca\u00e7a muito grande) e que se sobrepor\u00e3o amplamente. Observa\u00e7\u00f5es de pintores realizadas sobre uma popula\u00e7\u00e3o de linces-vermelhos americanos, na Carolina do Sul, indicam que as f\u00eameas adultas s\u00e3o muito individualistas em rela\u00e7\u00e3o a outros cong\u00e9neres do seu sexo, enquanto as \u00e1reas vitais dos machos se sobrep\u00f5em muito amplamente entre si e com as delas. O tamanho dos territ\u00f3rios destes linces oscilava entre 250 e 500 hectares, ou seja, muito pr\u00f3ximo do que o pintor calcula para os linces-ib\u00e9ricos. Na Su\u00e9cia, no entanto, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante diferente. Os territ\u00f3rios tamb\u00e9m se sobrep\u00f5em, mas as suas dimens\u00f5es superavam as 30.000 hectares no caso de um macho velho, e eram apenas algo inferiores quando se tratava de uma f\u00eamea e da sua cria. A amplitude da \u00e1rea de campeio parece muito relacionada com a dist\u00e2ncia percorrida diariamente. Assim, enquanto um lince na Su\u00e9cia se desloca diariamente entre 15 e 20 km, um lince-vermelho na Carolina move-se cerca de 3 ou 4 km (rigorosamente, de 2 a 5 km). Isso leva a pensar que o percurso do lince-ib\u00e9rico, que parece ter um territ\u00f3rio pequeno, tamb\u00e9m n\u00e3o ultrapassar\u00e1 os 5 km di\u00e1rios, e provavelmente ser\u00e1 bastante inferior. E como reconhece um lince as fronteiras territoriais do seu vizinho? Como faz notar as da sua pr\u00f3pria parcela? Embora os mecanismos sejam v\u00e1rios, o papel fundamental parece corresponder aos sinais olfativos, baseados fundamentalmente nos excrementos e na urina. Ao contr\u00e1rio do que se tem dito e pintado com frequ\u00eancia, o lince s\u00f3 raramente enterra as suas fezes, pelo menos em Espanha, e quando o faz \u00e9 sempre em zonas interiores do seu territ\u00f3rio. Nos caminhos e trilhos que o limitam, nas bordas, o lince-boreal acumula excrementos em mont\u00edculos muito vis\u00edveis, que sem d\u00favida exercem o papel de marcos de delimita\u00e7\u00e3o. Quanto \u00e0 urina, ao longo da sua marcha o lince vai levantando continuamente a cauda e libertando para a direita e para a esquerda pequenos jatos da mesma - tanto machos como f\u00eameas podem dirigi-la diretamente para tr\u00e1s - que servir\u00e3o mais tarde como um cart\u00e3o de visita odor\u00edfero para qualquer cong\u00e9nere que percorra os mesmos locais. O sentido desta apresenta\u00e7\u00e3o parece evidente: \u00abterreno ocupado\u00bb. Jornada cineg\u00e9tica Seguro de si mesmo, dotado como est\u00e1 de poucos inimigos, \u00e0 parte do homem, o grande felino coloca todas as suas faculdades ao servi\u00e7o da ca\u00e7a. S\u00e3o elas, harmonizadas, que comp\u00f5em a sua figura de ca\u00e7ador por excel\u00eancia. Embora observado com frequ\u00eancia durante o dia - mais o lince-ib\u00e9rico do que o boreal -, a sua atividade \u00e9 sobretudo noturna e crepuscular. Quando o c\u00e9u avermelhado d\u00e1 lugar \u00e0s primeiras sombras, acompanhando o grito matinal do mocho, o lince espregui\u00e7a-se no seu leito de ervas e folhagem onde se deitou na manh\u00e3 anterior. Estica as patas com indol\u00eancia, boceja, move nervosamente as orelhas culminadas por longos pinc\u00e9is e, lentamente, sem nenhuma pressa aparente, inicia a marcha. Um momento muito bonito para retratar o Lince-ib\u00e9rico. At\u00e9 ent\u00e3o, as pegas j\u00e1 dormem, mas talvez algum gaio atrasado o importune com os seus gritos, que anunciam \u00e0 comunidade da floresta a proximidade do ca\u00e7ador. Os seus deslocamentos s\u00e3o sempre ao passo, e s\u00f3 pretendendo escapar furtivamente de uma amea\u00e7a iniciar\u00e1 um longo trote, seguido de enormes e r\u00e1pidos saltos de galope se o perigo se aproximar. A t\u00e9cnica de ca\u00e7a \u00e9 simples. \u00c0 medida que se desloca pela vereda que veados, cor\u00e7os e javalis abriram na mata, o lince olha \u00e0 sua volta e, sobretudo, escuta. Um ligeiro ru\u00eddo, mon\u00f3tono e impercet\u00edvel a ouvidos humanos, chama a sua aten\u00e7\u00e3o e o imobiliza repentinamente. O corpo deita-se no ch\u00e3o, os membros flexionados, o olhar fixo. Uma lebre come numa pequena clareira, a n\u00e3o mais de 50 m. Com os m\u00fasculos tensos, sigiloso como um r\u00e9ptil, belo e el\u00e1stico como todos os felinos, o ca\u00e7ador espreita a sua presa numa aproxima\u00e7\u00e3o cautelosa que pode durar longos minutos. A lebre, alheia a tudo, est\u00e1 agora a menos de 10 m, e o lince ficou quieto encolhendo-se como se ele pr\u00f3prio fosse uma mola.\n\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/pinturas-sobre\/mamiferos\/lince-iberico-sesteando\/\" target=\"_self\" itemprop=\"url\" rel=\"noopener\">\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/manuelsosa.com\/wp-content\/uploads\/001\/lince_iberico-783x1111.jpg\" alt=\"Pinturas de Lince\" itemprop=\"image\" height=\"1111\" width=\"783\" title=\"Lince ib\u00e9rico a dormir a sesta\" onerror=\"this.style.display='none'\"  \/>\n\t\t\t\t<\/a>\n\t<p>Cae el dia para este gatazo, joya carn\u00edvora de Iberia. Orgulloso, altivo, y ahora mimado, con poco mas de cien hermanos vivos en el planeta. Otra de mis composiciones en &#8216;L&#8217; invertida, solo quebrada por el torso del felino.\u00a0Cuadro de un gran Lince ib\u00e9rico sesteando en una roca gozando de los ultimos retazos de sol. Una pintura de Manuel Sosa \u00a9 2012.<\/p>\n\t<h1>Lince-ib\u00e9rico sesteando<\/h1>\n<p>(Lynx pardinus)<\/p>\n\t<strong>COMPRE UMA LITOGRAFIA<br \/>\nEM TELA:<\/strong>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/pinturas-sobre\/mamiferos\/lince-iberico-sesteando\/\" class=\"button primary is-medium\" >\n\t\t<span>Comprar<\/span>\n\t<\/a>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n\n\t<p><strong>O menu do lince<\/strong><\/p>\n\u00a0 \u00a0\u00a0<strong>P<\/strong>Parece ineg\u00e1vel que os linces est\u00e3o especializados na captura de lagomorfos, ou seja, lebres e coelhos, embora em algumas zonas, onde estas esp\u00e9cies n\u00e3o s\u00e3o comuns, sejam os ungulados, principalmente, na Europa, o cor\u00e7o, quem pague o mais pesado tributo ao rei dos ca\u00e7adores florestais. Em Espanha, come\u00e7amos j\u00e1 a conhecer com dados concretos quais s\u00e3o, e em que propor\u00e7\u00e3o, as presas do lince, e \u00e9 de esperar que estudos em curso, principalmente no Coto de Do\u00f1ana, nos permitam estabelec\u00ea-lo com mais precis\u00e3o.<br \/>\nNo quadro acima, aprecia-se magnificamente um lince num lance para uma perdiz.<br \/>\nAunque poucas vezes tenha sido representado na pintura, o lince ataca geralmente os grandes animais saltando-lhes ao pesco\u00e7o, de forma que, uma vez sujeito este com as garras, possa com os caninos fazer presa na garganta, provocando a morte por sufoca\u00e7\u00e3o. No cen\u00e1rio da captura n\u00e3o costumam aparecer sinais de luta, o que tem motivado certa surpresa nos cientistas, dado que a asfixia de um grande ungulado deve levar bastante tempo e trata-se de animais de consider\u00e1vel tamanho que, mesmo ca\u00eddos no ch\u00e3o, deveriam defender-se. Os et\u00f3logos pensam hoje em dia que o choque sofrido pela presa ao ver de repente o lince sobre ela \u00e9 de tal natureza que provoca uma paralisia de terror. Observa\u00e7\u00f5es levadas a cabo por Miguel Delibes em Do\u00f1ana sobre presas rec\u00e9m-mortas permitem assegurar que a mordida no pesco\u00e7o \u00e9 tamb\u00e9m o sistema habitual de dar morte a animais mais pequenos, como coelhos e gansos. As presas mortas nas clareiras s\u00e3o habitualmente transportadas para um lugar oculto para serem comidas ali. Valverde relatou o caso de um coelho ca\u00eddo numa armadilha de la\u00e7o que foi trasladado, com armadilha e tudo, mais de um quil\u00f3metro, e um jovem veado foi arrastado 140 m. Estas s\u00e3o, sem d\u00favida, dist\u00e2ncias excecionais, e conhecem-se casos em que a v\u00edtima foi devorada praticamente no mesmo lugar em que foi morta. Tal parece tamb\u00e9m o caso do lince-n\u00f3rdico, que costuma ca\u00e7ar no profundo da floresta, embora pictoricamente, n\u00e3o t\u00e3o belo como o lince-ib\u00e9rico. O pintor sueco Haglund escreveu a este respeito: \u00abO lince mostra padr\u00f5es de conduta muito fixos, que \u00e9 quase incapaz de modificar. O seu costume de ca\u00e7ar num s\u00edtio, comer ali mesmo, dormir depois e come\u00e7ar mais tarde uma nova partida cineg\u00e9tica, longe do lugar -da precedente, distribui o tributo de animais-presa dentro de uma ampla \u00e1rea. Isto mant\u00e9m a densidade de ca\u00e7a menor acima de um limite m\u00ednimo, o que lhe \u00e9 vantajoso. No que concerne \u00e0 ca\u00e7a maior, no entanto, o m\u00e9todo parece antiecon\u00f3mico.\u00bb Efetivamente, se o lince captura um jovem veado e, ap\u00f3s comer dele, abandona a zona, e portanto a presa, em busca de novas correrias, n\u00e3o chegar\u00e1 a consumi-lo na sua totalidade. Normalmente, os linces de Do\u00f1ana devoram nestes casos 1 ou 2 quilos de carne do jarrete ou das coxas, deixando o resto, que n\u00e3o volta a ser visitado, semienterrado na areia ou simplesmente oculto entre a vegeta\u00e7\u00e3o e do qual os javalis dar\u00e3o boa conta. Geralmente os coelhos s\u00e3o devorados totalmente, com exclus\u00e3o do pacote intestinal, e as aves, que s\u00e3o torpemente depenadas, tamb\u00e9m. N\u00e3o se conhece nem um \u00fanico caso em que o lince-ib\u00e9rico tenha recorrido \u00e0 carni\u00e7a ou voltado a comer de uma presa abandonada em dias anteriores. O facto, no entanto, n\u00e3o parece raro no resto da Europa nem na Am\u00e9rica do Norte, tendo por protagonistas os linces-boreal e canadense. Na Checoslov\u00e1quia, por exemplo, um lince foi morto pela noite, confundido com uma raposa, quando comia de um cad\u00e1ver de cavalo, enquanto um estudo levado a cabo no Canad\u00e1 permitiu ver que os linces recorriam ao gado dom\u00e9stico morto e desenterravam lebres semidevoradas, previamente escondidas, para acabar de consumir.\n<p>&nbsp;<\/p>\n\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/pinturas-sobre\/mamiferos\/lince-no-nevoeiro\/\" target=\"_self\" itemprop=\"url\" rel=\"noopener\">\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/manuelsosa.com\/wp-content\/uploads\/001\/lince_en_la_niebla122x67-783x428.jpg\" alt=\"Lince (Lynx lynx)\" itemprop=\"image\" height=\"428\" width=\"783\" title=\"Lince na n\u00e9voa\" onerror=\"this.style.display='none'\"  \/>\n\t\t\t\t<\/a>\n\t\tPintura a \u00f3leo sobre painel de um lince no nevoeiro matinal\n\t<h1>Lince na n\u00e9voa<\/h1>\nLince (Lynx lynx)<br \/>\nPintura de linces\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><b>COMPRE UMA REPRODU\u00c7\u00c3O EM TELA:<\/b>\nPode escolher um tamanho personalizado<br \/>\nvaria\u00e7\u00e3o da largura original (cms)<\/td>\n\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<form id=\"gform_1\" action=\"\" enctype=\"multipart\/form-data\" method=\"post\" data-trp-original-action=\"\">\n<a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/pinturas-sobre\/mamiferos\/lince-no-nevoeiro\/\" class=\"button primary is-medium\" >\n\t\t<span>Comprar<\/span>\n\t<\/a>\n\n<input type=\"hidden\" name=\"trp-form-language\" value=\"pt\"\/><\/form>\n<p>\u00a0 \u00a0<strong>U<\/strong>n lince raramente matar\u00e1 m\u00e1s de una presa en una sola noche, y ser\u00e1n varias las que no conocer\u00e1n el acierto de su parte y deber\u00e1 pasar en blanco. Sin embargo no faltar\u00e1n los intentos, pues el gato cerval, por bien conformado y dotado que est\u00e9 para la caza, no siempre tiene \u00e9xito. La mejor escopeta, el mejor cazador, marra a veces un tiro, y la m\u00e1quina de matar que es el lince no supone ni con mucho la mayor excepci\u00f3n. Una ligera r\u00e1faga de viento, el chasquido de una ramita o el rodar de un guijarro pueden alertar a la presa y echar todo a perder. Varios cient\u00edficos, en Norteam\u00e9rica y Suecia, han estudiado el porcentaje de \u00e9xitos y fracasos en la jornada cineg\u00e9tica del lince, basados en ese diario de campeo, n\u00edtido para ojos expertos, que todos los animales dejan escrito en la nieve tras su paso: los rastros. Los resultados obtenidos, por qu\u00e9 no decirlo, empa\u00f1an un poco la imagen de cazador sin par que del lince se nos ha presentado. O tal vez sea m\u00e1s cierto y m\u00e1s justo considerarlo as\u00ed, enaltecen la figura de corzos y ciervos, conejos y liebres, perdices y ratones que tantas veces han sido considerados meras v\u00edctimas propiciatorias. En Suecia , los linces estudiados por el profesor Haglund intentaron capturar corzos en 44 ocasion es . En 9 de ellas la presunta presa descubri\u00f3 al predador y huy\u00f3 sin dar e opci\u00f3n ni siquiera a intentar la captura . Otras 12 veces el intento se produjo, mas fue fallido. El porcentaje de corzos abatidos fue pues ligeramente superior al 50 % de los lances . Los \u00e9xitos resultaron m\u00e1s frecuentes en la cacer\u00eda de renos que, tal vez debido a la domesticaci\u00f3n, eran menos h\u00e1biles para detectar el peligro. De 65 renos acechados, 64 llegaron a ser atacados y 45 , aproximadamente el 60 % fueron muertos. La caza menor, por el contrario, parece mucho m\u00e1s dif\u00edcil de capturar. S\u00f3lo el 35 % de los ataques a liebres, el 29 % de los realizados contra urog allos y el 19 % de los sufridos por gr\u00e9voles y lag\u00f3podos culmina ron con \u00e9xito, en tanto fueron bastantes las ocasiones en que estos animales, alertados, escaparon del predador. Los estudios de Nellis y Keith con el lince del Canad\u00e1 proporcionan resultados a\u00fan inferiores. De 98 liebres atacadas tan s\u00f3lo 16 (m\u00e1s o menos el 16 % ) fueron aprehendidas . Con los lag\u00f3podos el tanto por ciento de \u00e9xitos se redujo al 12, y con las ardillas descendi\u00f3 hasta 8 (una sola ardilla muerta en 13 intentos de caza). En todos los casos, los bi\u00f3logos han estado de acuerdo en relacionar el porcentaje de capturas afortunadas con las condiciones de la nieve. Una nieve blanda, que no soporte sin ceder el peso del lince, dif\u00edcilmente le permitir\u00e1 tomar tras cada salto el impulso preciso para el siguiente. La caza, en esas condiciones, carece de posibilidades de \u00e9xito y con frecuencia el gato manchado ni siquiera la intentar\u00e1, pasando junto a las presas sin concederles ni una mirada. El lince y el zorro En Espa\u00f1a, y en gran pa rte de Europa, el zorro se ha convertido en una aut\u00e9ntica plaga al encontrarse libre de trabas para su expansi\u00f3n demogr\u00e1fica . Uno de sus frenos en el pasado era sin duda el lince, que donde a\u00fan existe controla y aleja al superabundante c\u00e1nido . Tal es el caso de Do\u00f1ana, y sin duda de cualquier otro lugar en que el gato cerval sea com\u00fan. La animadversi\u00f3n lince-zorro es probablemente consecuencia de la competencia por recursos tr\u00f3ficos muy parecidos. Bastante a menudo, sin embargo, el enfrentamiento se hace directo, y en la batalla es el zorro quien lleva todas las de perder. Su muerte se produce como la de otras presas, mediante un mordisco sostenido en la garganta, pero a continuaci\u00f3n raramente es devorado, limit\u00e1ndose su enemigo a cubrirlo someramente con arena o vegetaci\u00f3n. Se han citado casos en que el lince ha llegado a penetrar en la madriguera de un zorro para matar, y a veces semidevorar, a los reto\u00f1os. Adem\u00e1s, las huellas en la nieve han probado que el raposo, al menos en Escandinavia, elude la proximidad del gato, volviendo grupas a toda velocidad, y dando grandes rodeos, cada vez que su vista o su olfato le hacen suponer que el enemigo se encuentra cerca. En Espa\u00f1a se conocen historias de gatos monteses, zorros, nutrias, meloncillos, ginetas, etc., matadas por los linces. En una ocasi\u00f3n, tambi\u00e9n, se han encontrado restos de meloncillo en un excremento del gato cerval. En Suecia, los linces sometidos a estudio por Haglund atacaron a zorros, armi\u00f1os y martas. El mismo autor encontr\u00f3 restos de raposo en dos de los est\u00f3magos que pudo examinar. En Norteam\u00e9rica, por otro lado, se han descubierto algunos casos de canibalismo, trat\u00e1ndose probablemente de hembras que en tiempos de escasez hab\u00edan devorado a alguno de sus hijos muerto de hambre. La tendencia superpredadora es com\u00fan en los f\u00e9lidos medianos o grandes. Concretamente, algunos leopardos estudiados en el cr\u00e1ter del Norongoro y en el Serengeti mataban m\u00e1s chacales en determinadas \u00e9pocas que gacelas o monos -sus presas naturales- y tambi\u00e9n se les vio y fotografi\u00f3 matando un gato cerval y un cachorrillo de le\u00f3n. Es muy posible que la irresistible atracci\u00f3n que ejerce sobre el lince \u00abla chilla\u00bb del conejo est\u00e9 m\u00e1s al servicio de la b\u00fasqueda y matanza del competidor ecol\u00f3gico -gato o zorroque han capturado la pieza en su feudo que de la captura del propio conejo. En cualquier caso, en las campa\u00f1as de cepeo de conejos, muchos linces caen entre las f\u00e9rreas mand\u00edbulas ele los cepos, atra\u00eddos por el grito ag\u00f3nico de un conejo atrapado en una trampa inmediata. Resulta evidente la decisiva importancia de la presencia de superpredadores como el lince en nuestros campos, para mantener la justa densidad de predadores m\u00e1s prol\u00edficos como el zorro, cuyas poblaciones se disparan en cuanto desaparecen sus controladores naturales.<\/p>\n\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/www.manuelsosa.chttps:\/\/manuelsosa.com\/cuadros\/mamiferos\/lince-iberico\/\" target=\"_self\" itemprop=\"url\" rel=\"noopener\">\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/manuelsosa.com\/wp-content\/uploads\/001\/lince_ovalo-783x972.jpg\" alt=\"Caixa do lince ib\u00e9rico ( Lynx pardina ). Fotos de linces\" itemprop=\"image\" height=\"972\" width=\"783\" title=\"Lince ib\u00e9rico. Imagem do lince\" onerror=\"this.style.display='none'\"  \/>\n\t\t\t\t<\/a>\n\t\tPintura de um lince ib\u00e9rico em estilo cl\u00e1ssico claro-escuro. Uma pintura a \u00f3leo sobre painel\n\t<h2>\u00a0Lince iberico &#8211; \u00a0Retrato<\/h2>\nLince-ib\u00e9rico ( Lynx pardinus )<br \/>\nImagens de linces\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><b>COMPRE UMA GRAVURA EM TELA:<\/b>\nPode escolher um tamanho personalizado<br \/>\nvaria\u00e7\u00e3o da largura original (cms)<\/td>\n\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<form id=\"gform_1\" action=\"\" enctype=\"multipart\/form-data\" method=\"post\" data-trp-original-action=\"\">\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/pinturas-sobre\/mamiferos\/lince-iberico\/\" class=\"button primary is-medium\" >\n\t\t<span>Comprar<\/span>\n\t<\/a>\n<\/td>\n\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<input type=\"hidden\" name=\"trp-form-language\" value=\"pt\"\/><\/form>\n<p><strong>Tempo de amor<\/strong> <\/p>\n<p> O lince \u00e9 um animal arisco e introvertido. Apenas o cio manter\u00e1 os casais unidos por um curto per\u00edodo, e mais tarde o instinto maternal reter\u00e1 a m\u00e3e junto aos seus filhotes ao longo de v\u00e1rios meses. No final de janeiro e em fevereiro, em Espanha, quando a primavera s\u00f3 pode ser pressentida no ligeiro encurtamento das noites, os amores do lince conhecem o seu apogeu. Na Europa, tudo ocorrer\u00e1 um m\u00eas ou um m\u00eas e meio mais tarde. Ouvem-se ent\u00e3o no crep\u00fasculo e na escurid\u00e3o os roucos miados do macho, com um acento lastimoso, que s\u00f3 de vez em quando s\u00e3o respondidos pela sua parceira. V\u00eaem-se juntos, durante o dia, sentados ao sol \u00e0 beira dos caminhos. \u00c0s vezes, v\u00e1rios machos disputam, e as ferozes brigas podem concluir com a morte de algum deles. Em outras ocasi\u00f5es, macho e f\u00eamea ca\u00e7am juntos. Localizada uma presa, um deles marcha para se situar em algum lugar estrat\u00e9gico por onde se sup\u00f5e que aquela deve passar. O outro c\u00f4njuge, atuando como batedor, marcha reto em dire\u00e7\u00e3o a ela, acossando-a at\u00e9 for\u00e7\u00e1-la a passar pelo posto do ca\u00e7ador oculto. Ap\u00f3s o desfecho, habitualmente afortunado, o casal compartilha amorosamente o butim. O bi\u00f3logo McCord descreveu, com todas as limita\u00e7\u00f5es que imp\u00f5e o basear-se unicamente na \u00ableitura\u00bb de pegadas na neve, as cerim\u00f3nias de cortejo e acasalamento do lince-vermelho-americano, a esp\u00e9cie mais parecida com o nosso lince-ib\u00e9rico. Segundo as suas observa\u00e7\u00f5es, o lince-vermelho seria pol\u00edgamo e n\u00e3o haveria confrontos abertos entre os v\u00e1rios machos que seguem uma mesma f\u00eamea recetiva. Poderia ocorrer, em contrapartida, que os gal\u00e3s estabelecessem uma esp\u00e9cie de hierarquia entre eles sem necessidade de recorrer \u00e0 confronta\u00e7\u00e3o direta, mas sim \u00e0 base de amea\u00e7as, tanto em forma de vocaliza\u00e7\u00f5es como de posturas ou express\u00f5es faciais. O cortejo parece incluir muitos elementos que j\u00e1 se encontram no jogo dos carn\u00edvoros jovens. Um dos membros do casal, o mais ativo e provavelmente o macho, corre \u00e0 volta da sua companheira, incitando-a \u00e0 persegui\u00e7\u00e3o. Outras vezes, deita-se sob um tronco, uma pedra ou um matagal, num comportamento que McCord chama \u00abde emboscada\u00bb, para saltar bruscamente sobre a sua consorte e ambos empreenderem uma corrida louca. Quando a tens\u00e3o amorosa se incrementa, o macho tenta aproximar-se da f\u00eamea, que pode responder com certa viol\u00eancia, mas sem que em nenhum caso chegue a derramar sangue. Mais tarde, no entanto, ap\u00f3s entrechocar as cabe\u00e7as (como se tem visto fazer em cativeiro aos linces-ib\u00e9rico e euroasi\u00e1tico) ou tentar mordiscar o pesco\u00e7o mutuamente durante uns poucos metros, tem lugar a c\u00f3pula, que origina na neve uma pequena depress\u00e3o de aproximadamente um metro de di\u00e2metro. \u00c9 de supor que durante o acasalamento o macho morda a sua parceira na parte posterior do pesco\u00e7o, como costumam fazer outros fel\u00eddeos, pois em todos os casos o investigador americano encontrou, junto \u00e0s pegadas da cerim\u00f3nia, pequenos tufos de pelo, muito provavelmente da zona da nuca. O per\u00edodo de recetividade das f\u00eameas parece prolongar-se cerca de uma semana, durante a qual podem ser cobertas por v\u00e1rios gal\u00e3s. A gesta\u00e7\u00e3o, depois, prolonga-se um pouco mais nos linces-euroasi\u00e1tico e canadense do que nos mais pequenos e meridionais linces-vermelho e ib\u00e9rico (aproximadamente 10 semanas nos primeiros e pouco mais de 8 ou 9 nos segundos). Os filhotes Separada do macho, a f\u00eamea gestante age livremente, como alheia ao seu estado, durante mais de um m\u00eas e meio. S\u00f3 ent\u00e3o parece acantonar-se definitivamente numa \u00e1rea reduzida, onde escolhe o local para o ninho. Valverde, em Do\u00f1ana, teve not\u00edcias de locais de parto em ocos de sobreiros (quatro vezes), entre a vegeta\u00e7\u00e3o mais densa de urzes, zimbros, lentiscos, etc. (cinco vezes), em velhos ninhos de cegonhas sobre pinheiros (duas vezes). A futura m\u00e3e costuma amontoar ervas e ramos at\u00e9 conformar uma confort\u00e1vel cama, utilizada depois durante o parto e as primeiras semanas de vida dos pequenos. Nunca, segundo o doutor Valverde, empregaria o seu pr\u00f3prio pelo neste mister. A maioria dos partos tem lugar, em Espanha, em mar\u00e7o e abril. Tem-se visto, no entanto, pequenos gatinhos em janeiro e junho, o que sugere certa variabilidade na \u00e9poca do cio. Sabe-se que o lince-vermelho pode eventualmente ter duas ninhadas por ano, mas n\u00e3o h\u00e1 ind\u00edcios de que o mesmo ocorra com o lince-ib\u00e9rico. Tanto o lince-euroasi\u00e1tico como o canadense reproduzem-se apenas uma vez por ano e num per\u00edodo mais fixo e constante que as outras duas esp\u00e9cies. Cada f\u00eamea de lince-ib\u00e9rico d\u00e1 \u00e0 luz de 1 a 4 filhotes, que nascem com os olhos fechados. O n\u00famero mais comum \u00e9 2, mas partos de 3 n\u00e3o s\u00e3o raros, enquanto 1, 4 e sobretudo 5 parecem excecionais. Os pequenos, que abrem os olhos entre os 8 e 10 dias de vida, n\u00e3o pesam ao nascer mais de 250 ou 300 g, embora pare\u00e7a haver consider\u00e1vel variabilidade individual neste aspeto. Parece falta de fundamento, pelo menos como norma geral, a afirma\u00e7\u00e3o de que o macho colabora com a f\u00eamea na cria\u00e7\u00e3o dos gatinhos. Mais bem deve considerar-se que esta se comporta como uma m\u00e3e modelar, que n\u00e3o s\u00f3 defende, cuida e alimenta a sua prole, mas que al\u00e9m disso se procura, sem nenhum tipo de ajuda alheia, o seu pr\u00f3prio sustento. Quando os filhotes crescem um pouco e podem deixar a toca, acompanham a m\u00e3e nas suas correrias. S\u00e3o ent\u00e3o encantadoras bolinhas de pel\u00facia, com caras marotas e transparentes e verdes olhos imensos. O seu aspeto e ademanes distam enormemente da ferocidade que podem denotar os adultos. Brincam sem cessar. Correm, perseguem-se, sobem um sobre o outro dando patadas com as unhas retra\u00eddas, mordem-se, ronronam, importunam constantemente a sua progenitora, exercitam todos os seus m\u00fasculos em l\u00fadicas e inofensivas brigas e persegui\u00e7\u00f5es. Com presas suficientes e uma m\u00e3e capaz de as conseguir, a vida n\u00e3o lhes apresenta nenhum tipo de problemas, ou pelo menos assim parecem dar a entender. Para animais t\u00e3o vulner\u00e1veis como os filhotes dos carn\u00edvoros, antes da sua completa instru\u00e7\u00e3o na ca\u00e7a e definitiva emancipa\u00e7\u00e3o, a depend\u00eancia da m\u00e3e resulta fundamental para a sobreviv\u00eancia. Quando os carn\u00edvoros n\u00e3o s\u00e3o sociais - ao contr\u00e1rio do que acontece em le\u00f5es ou lobos, entre os quais s\u00e3o frequentes a ado\u00e7\u00e3o e a creche -, quando habitam num meio emaranhado onde \u00e9 f\u00e1cil perder-se e, para c\u00famulo, o seu olfato \u00e9 med\u00edocre, os mecanismos para manter o contacto familiar h\u00e3o de resultar requintados. No caso dos linces - pobres de olfato, habitantes de um dos meios mais sombrios, de pelagem absolutamente homocroma e terrivelmente individualistas - m\u00e3es e filhos localizam-se e mant\u00eam o contacto mediante a vista e o ouvido. E no controlo \u00f3tico tem uma extraordin\u00e1ria import\u00e2ncia a curta, chamativa e caracter\u00edstica cauda do lince, terminada numa borla negra, emoldurada na sua base por uma franja clara. Quando os linces avan\u00e7am entre urzes, estevas ou medronheiros, a sua curta cauda, ereta, vertical, move-se nervosamente, como um pequeno sem\u00e1foro que reluz com cada raio de sol. O tamanho do lince permite ao pequeno heli\u00f3grafo destacar-se muitas vezes sobre o herbazal ou a maleza, sempre em movimento, como tentando chamar a aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/pinturas-sobre\/mamiferos\/lince-e-lebre\/\" target=\"_self\" itemprop=\"url\" rel=\"noopener\">\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/manuelsosa.com\/wp-content\/uploads\/001\/lince_iberico_cazando_liebre-783x958.jpg\" alt=\"Lince ib\u00e9rico a ca\u00e7ar uma lebre\" itemprop=\"image\" height=\"958\" width=\"783\" title=\"lince_iberiano_lion_hunting_liebel\" onerror=\"this.style.display='none'\"  \/>\n\t\t\t\t<\/a>\n\t<p>Um habilidoso lince ib\u00e9rico apanha de surpresa uma lebre esquiva. Este quadro \u00e9 uma pintura a \u00f3leo sobre tela. Manuel Sosa \u00a9 2021<\/p>\n\t<h1>Lince ca\u00e7ando lebre<\/h1>\n<p>(Lynx pardinus)<\/p>\n\t<strong>COMPRAR UM FILME<br \/>\nEM TELA:<\/strong>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/pinturas-sobre\/mamiferos\/lince-e-lebre\/\" class=\"button primary is-medium\" >\n\t\t<span>Comprar<\/span>\n\t<\/a>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n\n<p><strong>Em via de extin\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A hist\u00f3ria da distribui\u00e7\u00e3o do lince em Espanha e na Europa aponta numa dire\u00e7\u00e3o muito clara e definida: extin\u00e7\u00e3o. S\u00f3 recentemente, com a sua reintrodu\u00e7\u00e3o em alguns pa\u00edses e uma prote\u00e7\u00e3o s\u00e9ria noutros, parecem abrir-se perspectivas mais promissoras para o futuro dos \u00faltimos grandes felinos da Europa. De acordo com estudos do bi\u00f3logo checo Kratochvil, no in\u00edcio da era hist\u00f3rica, os linces viviam em quase toda a Europa, com exce\u00e7\u00e3o da Gr\u00e3-Bretanha, dos Pa\u00edses Baixos, da Dinamarca e de parte da Gr\u00e9cia e de Portugal (?). A sua rarefa\u00e7\u00e3o foi lenta e gradual at\u00e9 ao s\u00e9culo XIX, altura em que ainda existiam nas regi\u00f5es menos povoadas e mais florestadas de quase todos os pa\u00edses do continente. Desde ent\u00e3o, o ritmo de desaparecimento aumentou drasticamente. J\u00e1 no s\u00e9culo XX, as crias deixaram de fazer parte da fauna em It\u00e1lia, na Su\u00ed\u00e7a, na Hungria e em Fran\u00e7a (parece improv\u00e1vel que existam linces, europeus ou mediterr\u00e2nicos, nos Pirin\u00e9us franceses), tendo-o feito mais cedo noutros pa\u00edses, como a \u00c1ustria e a Alemanha. Atualmente, as popula\u00e7\u00f5es europeias de lince podem ser consideradas reduzidas a quatro: Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, Balc\u00e3s, C\u00e1rpatos e Escandin\u00e1via, R\u00fassia e Pol\u00f3nia. Para al\u00e9m do lince ib\u00e9rico, Lynx pardina, e das popula\u00e7\u00f5es mais setentrionais, inclu\u00eddas na esp\u00e9cie Lynx lynx, alguns autores consideram as popula\u00e7\u00f5es das outras duas grandes \u00e1reas como subesp\u00e9cies da esp\u00e9cie boreal: Lynx lynx balcanicus, Lynx lynx carpathicus e Lynx lynx lynx lynx, mas a maioria n\u00e3o o admite. De qualquer modo, h\u00e1 ainda muito a esclarecer sobre a taxonomia do lince europeu. Muito recentemente, foi reintroduzido na Baviera (Alemanha) o lobo fulvo. A redu\u00e7\u00e3o acentuada da \u00e1rea de distribui\u00e7\u00e3o do lince ib\u00e9rico parece ser bastante recente. Na Idade do Bronze, segundo os achados arqueol\u00f3gicos, estava presente em quase todo o territ\u00f3rio nacional. Ainda existia em Vasconia no s\u00e9culo XVIII e na Galiza em meados do s\u00e9culo XIX. A este respeito, s\u00e3o de grande interesse as notas do naturalista espanhol Mariano de la Paz Graells no seu livro Fauna M astodol\u00f3gica Ib\u00e9rica , que, embora publicado no final do s\u00e9culo passado, foi escrito em meados desse s\u00e9culo. Nele se pode ler: \"Encontrei-o nas montanhas de Guada rrama, e chegou a entrar no jardim da pequena casa por baixo do Patrim\u00f3nio Real em El Escorial... Recebi exemplares para trocar com outros museus da Europa ca\u00e7ados na Andaluzia, Extremadura, Cuenca, Sierra Morena, Salamanca, em Las Batuecas e em Palencia e Ast\u00farias.<\/p>\n\t<p><strong>PARTILHAR\u00a0<\/strong><\/p>\n\t<div class=\"social-icons share-icons share-row relative\" ><a href=\"whatsapp:\/\/send?text=El%20Lince%20ib%C3%A9rico.%20Biolog%C3%ADa%2C%20cuadros%20y%20pinturas%20del%20Lince%20ib%C3%A9rico - https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/cuadros-de-linces-pinturas\/\" data-action=\"share\/whatsapp\/share\" class=\"icon primary button round tooltip whatsapp show-for-medium\" title=\"Partilhar no WhatsApp\" aria-label=\"Partilhar no WhatsApp\"><i class=\"icon-whatsapp\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/a><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/cuadros-de-linces-pinturas\/\" data-label=\"Facebook\" onclick=\"window.open(this.href,this.title,'width=500,height=500,top=300px,left=300px'); return false;\" target=\"_blank\" class=\"icon primary button round tooltip facebook\" title=\"Partilhar no Facebook\" aria-label=\"Partilhar no Facebook\" rel=\"noopener nofollow\"><i class=\"icon-facebook\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/a><a href=\"https:\/\/twitter.com\/share?url=https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/cuadros-de-linces-pinturas\/\" onclick=\"window.open(this.href,this.title,'width=500,height=500,top=300px,left=300px'); return false;\" target=\"_blank\" class=\"icon primary button round tooltip twitter\" title=\"Partilhar no Twitter\" aria-label=\"Partilhar no Twitter\" rel=\"noopener nofollow\"><i class=\"icon-twitter\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/a><a href=\"mailto:?subject=El%20Lince%20ib%C3%A9rico.%20Biolog%C3%ADa%2C%20cuadros%20y%20pinturas%20del%20Lince%20ib%C3%A9rico&body=Check%20this%20out%3A%20https%3A%2F%2Fmanuelsosa.com%2Fpt%2Fcuadros-de-linces-pinturas%2F\" class=\"icon primary button round tooltip email\" title=\"Enviar por correio eletr\u00f3nico a um amigo\" aria-label=\"Enviar por correio eletr\u00f3nico a um amigo\" rel=\"nofollow\"><i class=\"icon-envelop\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/a><a href=\"https:\/\/pinterest.com\/pin\/create\/button?url=https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/cuadros-de-linces-pinturas\/&media=https:\/\/manuelsosa.com\/wp-content\/uploads\/001\/lince_y_perdiz-783x960.jpg&description=El%20Lince%20ib%C3%A9rico.%20Biolog%C3%ADa%2C%20cuadros%20y%20pinturas%20del%20Lince%20ib%C3%A9rico\" onclick=\"window.open(this.href,this.title,'width=500,height=500,top=300px,left=300px'); return false;\" target=\"_blank\" class=\"icon primary button round tooltip pinterest\" title=\"Colocar no Pinterest\" aria-label=\"Colocar no Pinterest\" rel=\"noopener nofollow\"><i class=\"icon-pinterest\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/a><a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/shareArticle?mini=true&url=https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/cuadros-de-linces-pinturas\/&title=El%20Lince%20ib%C3%A9rico.%20Biolog%C3%ADa%2C%20cuadros%20y%20pinturas%20del%20Lince%20ib%C3%A9rico\" onclick=\"window.open(this.href,this.title,'width=500,height=500,top=300px,left=300px'); return false;\" target=\"_blank\" class=\"icon primary button round tooltip linkedin\" title=\"Partilhar no LinkedIn\" aria-label=\"Partilhar no LinkedIn\" rel=\"noopener nofollow\"><i class=\"icon-linkedin\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/a><\/div>\n\t\t<h3><a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/\" target=\"_self\" rel=\"noopener\">Os autores<\/a><\/h3>\t\t\n\t\t\t<p>Artigo da enciclop\u00e9dia da fauna ib\u00e9rica de Felix Rodriguez de la Fuente, ilustrado com os quadros de Lince-ib\u00e9rico do pintor <strong>Manuel Sosa<\/strong>Convidamo-lo a apreciar a sua obra completa no s\u00edtio Web da sua galeria.\u00a0<a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/\">https:\/\/manuelsosa.com<\/a><\/p>\n\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/manuelsosa.com\/pt\/\" target=\"_self\" itemprop=\"url\" rel=\"noopener\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/manuelsosa.com\/wp-content\/uploads\/001\/sosa_y_armino.jpg\" alt=\"Placas fotogr\u00e1ficas\" itemprop=\"image\" title=\"sosa_e_armino\" onerror=\"this.style.display='none'\"  \/>\n\t\t\t\t<\/a>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cuadros de Lince &#8211; El Lince\u00a0Ib\u00e9rico L\u00e1minas de arte para cuadros. 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